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Igreja

A Bahia orgulha-se de suas igrejas católicas, suntuosas, monumentos arquitetônicos realmente admiráveis, algumas muitos belas, outras muito ricas, várias marcadas por especial devoção popular. Diz a lenda que a cidade do Salvador conta com 365 igrejas, uma para cada dia do ano. Dizem os amigos dos números exatos que entre igrejas e capelas elas não somam mais que 100, outros historiadores juram que o número de igrejas é bastante superior a 365. Pouco importa. Talvez os que falam em 365 computem igrejas já desaparecidas, mas que ainda vivem na memória do como a da Sé ou a antiga igreja da Ajuda, a mais velha da cidade. Ambas foram demolidas. Onde ficava a igreja da Ajuda construíram outra e nela guardaram o púlpito de onde Vieira falava. Agora a primazia de velhice é disputada por duas igrejas: a capela da Graça e a matriz da Vitória, que vivem em competição de datas. A visita às famosas e monumentais igrejas de Salvador é uma rotina dos que visitam a cidade. As igrejas são tantas, que não haverá aqui espaço para citá-las todas, mas segue um breve roteiro:

  • Igreja de Nossa Senhora da Vitória. Situada ao fim do Corredor da Vitória, foi fundada em 1531. Dizem que aí casaram-se as filhas de Caramuru.
  • Igreja e Abadia de Nossa Senhora da Graça. Localizada na Av. Princesa Leopoldina - Graça. Onde afirmam estar sepultado o governador Tomé de Souza, é de 1525, fundada, ao que também afirmam, por uma filha de Caramuru.
  • Igreja e Convento de São Francisco. Localizada na Praça Anchieta, Terreiro de Jesus. A mais célebre igreja da Bahia, de fama mundial, obrigação de visita para todo e qualquer turista, vaidade da cidade religiosa, embasbacamento para os olhos devido à quantidade de ouro espalhada pelas paredes, colunas, teto e altares, por isso é chamada de "Igreja do Ouro". É considerada o mais belo exemplar da arte barroca nas Américas. Inúmeros azulejos retratam nos corredores uma bíblia inteira: antigo e novo testamento.
  • Igreja da Ordem Terceira de São Francisco. Situada ao lado da igreja de São Francisco. Possui a mais bela fachada de todas as igrejas da Bahia, em alto relevo, toda esculpida em pedra de cantaria, única no Brasil.. Esta fachada esteve durante muitos anos coberta com uma camada de cal, e ninguém sabia da existência de tal preciosidade. Um eletricista que fora ali realizar alguns trabalhos foi quem revelou, casualmente, o segredo que a cal encobria. O eletricista estava bêbado e começou a dar marteladas sobre a parede descobrindo então a verdadeira fachada da igreja.
  • Catedral Basílica. Localizada no Terreiro de Jesus. Fachada em pedra lioz e interior com 13 altares da fase renascentista até o rococó. Antigamente era o Colégio dos Jesuítas.
  • Igreja de Nosso Senhor do Bonfim. Situada no Largo do Bonfim. Sua construção foi iniciada em 1756. Em 1923 foi elevada a basílica. É a igreja mais popular da Bahia e local de devoção onde todos os anos é realizada a famosa lavagem das escadarias, a Lavagem do Bonfim, uma das mais autênticas e maiores manifestações do sincretismo religioso em Salvador.
  • Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia. Dedicada ao culto da Virgem, fica em frente ao Mercado Modelo, na Rua da Conceição da Praia. Famosa igreja com fachada em pedra lioz. Ponto de partida para o cortejo da Lavagem do Bonfim e início do ciclo de festas populares de Salvador.
  • Igreja e Mosteiro de Nossa Senhora do Mont Serrat. Localizada na península de Itapagipe. Situada ante o mar, possui uma célebre imagem de Nossa Senhora e uma pintura de costumes do século XVII.
  • Igreja e Mosteiro de São Bento. Largo de São Bento. Belo conjunto arquitetônico restaurado, onde existem museu sacro e biblioteca.
  • Igreja e Convento da Soledade. Rua Augusto Guimarães. O convento foi fundado em 1739. Quando os exércitos libertadores da Independência entraram triunfantes na cidade as freiras da Soledade fizeram uma coroa de louros que colocaram na bandeira vitoriosa. Essas freiras parece que gostam das revoluções já que em 1930, quando da vitória tenentista, repetiram o gesto.
  • Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo. Rua do Carmo. Foi fundada em 1585. Neste convento foi assinada a rendição dos holandeses. A igreja possui a sacristia considerada a mais rica do Brasil.
  • Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. Largo do Pelourinho. Construída à noite pelos escravos e negros livres; torres de estilo indiano. Padres negros são ordenados nesta igreja, num ritual que é exemplo do sincretismo religioso da Bahia.
  • Igreja do Santíssimo Sacramento. Rua do Passo. Nas escadarias desta igreja foi rodado o filme "O pagador de promessas".
  • Igreja de Santo Antônio Além do Carmo. Largo de Santo Antônio Além do Carmo.
  • Igreja da Santa Casa de Misericórdia. Rua da Misericórdia.
  • Igreja das Mercês.
  • Igreja do Coração de Jesus. Av. Angélica.
  • Igreja de Santa Luzia. Av. Jequitibá.
  • Igreja e Convento de Nossa Senhora da Piedade. Largo da Piedade.
  • Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. Largo do Pelourinho. Construída à noite pelos escravos e negros livres; torres de estilo indiano. Padres negros são ordenados nesta igreja, num ritual que é exemplo do sincretismo religioso da Bahia.
  • Igreja e Convento de Santa Tereza. Rua do Sodré.
  • Igreja de Senhora Santana. Ladeira de Santana.
  • Igreja de Nossa Senhora da Saúde e Glória. Largo da Saúde.
  • Igreja e Convento da Lapa. Av. Joana Angélica.
  • Igreja de Nossa Senhora do Pilar. Rua do Pilar.
  • Igreja de Nossa Senhora da Conceição do Boqueirão. Rua Joaquim Távora.
  • Igreja de Nossa Senhora da Barroquinha. Ladeira da Barroquinha - Sé.
  • Igreja de São Miguel. Rua Frei Vicente ou Ladeira de São Miguel.
  • Igreja de São Pedro dos Clérigos. Praça 15 de Novembro.
  • Igreja de Nossa Senhora de Brotas. Av. Dom João VI.
  • Igreja de Nossa Senhora da Ajuda. Rua da Ajuda.
  • Igreja do Senhor dos Aflitos. Largo dos Aflitos.
  • Igreja de Santo Antônio da Mouraria. Rua da Mouraria.
  • Igreja de São Lázaro. Alto de São Lázaro.
  • Igreja de Santo Antônio da Barra. Av. Sete de Setembro, Ladeira da Barra.
  • Igreja de Nossa Senhora da Penha. Rua da Penha.
  • Igreja de São Domingos. Praça 15 de Novembro.
  • Igreja e Convento do Desterro. Rua Santa Clara do Desterro.
  • Igreja da Ordem Terceira do Carmo. Rua Luiz Viana.
  • Igreja da Santíssima Trindade. Av. Frederico Pontes.
  • Capela de São Pedro Gonçalves do Corpo Santo. Rua do Corpo Santo.
  • Igreja de Nossa Senhora de Nazaré. Largo de Nazaré.
  • Igreja de São Pedro. Praça da Piedade.
  • Igreja do Carmo. Largo do Carmo.
  • Igreja da Ordem Terceira de São Domingos. Terreiro de Jesus.
  • Igreja de São Joaquim. Praça São Joaquim.
  • Igreja da Ascensão. Centro Administrativo da Bahia.
  • Igreja da Boa Viagem. Largo da Boa Viagem.
  • Igreja e Convento da Palma. Largo da Palma.
  • Igrejas dos Quinze Mistérios. Santo Antônio.
  • Igreja dos Mares. Praça Padre Natividade.
  • Igreja Coração de Maria. Rua Democratas.
  • Igreja da Lapinha. Praça da Lapinha.
  • Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Av. Sete de Setembro.
  • Igreja de São Francisco de Paula. Rua São Francisco de Paula.
  • Igreja do Senhor Bom Jesus dos Navegantes. Praça Montezuma.

Fortes

Forte

A cidade do Salvador nasceu sob o signo da defesa.
Quando o primeiro governador-geral, Tomé de Souza, chegou à velha Vila do Porto da Barra, em 1549, o sítio para a sede da administração colonial portuguesa já estava escolhido.
Cumprindo ordens de Rei D. João III, Tomé de Souza construiu a cidade-forte no lugar mais alto e protegido da montanha, cercado por charcos quase intransponíveis e com domínio de vistas sobre toda a Baía de Todos os Santos.
Os portugueses deram início em Salvador à implantação de um sistema de defesa que evoluiu até o século XVIII.
Uma grande muralha de taipa e barro, suficiente contra as flechas dos índios, foi a primeira obra militar portuguesa na capital.
Com o passar essa muralha foi ampliada e reforçada em pedra e cal, ganhando baluartes na parte do mar e torres encasteladas nas portas voltadas para o são Bento e o Carmo.
Logo as preocupações de defesa se voltaram para o mar, de onde os corsários estrangeiros ameaçavam a cidade.
Inútil contra a artilharia do século XVII, a velha muralha deu lugar a um eficiente sistema de defesa em profundidade, com trincheiras, muralhas e fortificações, construídas em lugares estratégicos e armadas de acordo com a evolução da arte da guerra.
Na início do século XVII, a ameaça de uma grande invasão estrangeira levou ao aumento do número de posições fortificadas em Salvador.
Na época, a linha de defesa, formada pelos Fortes de Santo Antônio da Barra, do Mar (hoje São Marcelo), de Santo Alberto, de Nossa Senhora do Mont Serrat e de Itapagipe, e pela bateria de fortificações da Ribeira das Naus, já intimidava os invasores.
Em 1624, esse sistema de defesa sustentou uma heróica resistência contra os holandeses, mas foi vencido pela grande superioridade do inimigo.
Com a reconquista de Salvador pelos portugueses e espanhóis, um ano depois, o sistema de defesa foi retomado, sendo novos Fortes construídos, outros recuperados e ampliados.
Isso permitiu à cidade repelir, em 1638, o assalto da poderosa armada holandesa sob o comando do príncipe Maurício de Nassau.
Essa batalha quebrou o mito da invencibilidade holandesa e fez nascer a mística da Indomável Salvador.
Os Fortes eram os principais elementos do sistema de defesa da capital colonial do Brasil.
As velhas trincheiras, baluartes e torres que ocupavam lugares estratégicos de defesa ganharam muralhas e baterias de canhões.
Alguns projetos nasceram da criatividade dos militares portugueses, outros foram desenhados por engenheiros militares das escolas italianas e francesas, contratados pelo governo colonial, e mostram o aproveitamento das condições naturais do terreno, não só para as necessidades de defesa, como também para o exercício da mais bela plasticidade.
É interessante observar que cada Forte tinha um patrono, a maioria formada por santos masculinos, sendo os de Santa Maria e de Nossa Senhora de Mont Serrat devoções femininas.
Uma curiosidade: a Santo Antônio foi concedida a patente de capitão, como forma de contribuir, através de soldo com uma ordem religiosa. Na hierarquia militar Santo Antônio foi promovido até o posto de tenete-coronel.
Fortes do sistema de defesa de Salvador no século XVIII:

  • Forte de São Diogo. Porto da Barra. Ao abrirmos as portas do Forte de São Diogo temos uma emocionante surpresa: a visão maravilhosa da bela imagem marinha da Baía de Todos os Santos, com a ilha de Itaparica no horizonte, uma paisagem eternamente guardada pelo forte. Mais que uma atração histórica, que guarda um visual exclusivo da Baía de Todos os Santos, esse Forte é um importante centro de atividades e de lazer, contando com uma programação cultural e turística com shows e audiovisuais.
  • Forte de São Pedro. Rua do Forte de São Pedro. Foi no forte de São Pedro que, pela primeira vez, se rebelaram os militares brasileiros contra o governo colonial português, em 1822, iniciando a guerra pela independência do Brasil.
  • Forte de Santo Alberto. Av. Jiquitaia. Com a vitória dos brasileiros em 1823, às 4 horas da manhã de 2 de julho, o mais potente canhão do Forte de Santo Alberto dá o último tiro da Guerra da Independência, autorizando o embarque do governador deposto, coronel Madeira de Mello, e sua armada para Portugal. Este Forte depois da independência ficou conhecido como o "Forte da Largatixa".
  • Forte de Nossa Senhora de Mont Serrat. Rua Santa Rita Durão. Conta a lenda que, um dia, estando o presidente da Província inspecionando o Forte, sugeriu ao seu comandante fundir os velhos canhões em peças novas, no que foi prontamente interpelado sobre a que horas do dia Sua Excelência almoçaria, pois desejava mandar um queijo de sobremesa. Ao meio-dia em ponto, como era tradição, o comandante do Forte de Nossa Senhora de Mont Serrat dava o tiro do seu mais velho canhão. Mas dessa vez "o queijo" foi se espetar na parede do Palácio do Governo.
  • Forte de Santo Antônio da Barra. Largo do Farol.
  • Forte de Santa Maria. Av. Getúlio Vargas. Hoje o Forte abriga um espaço cultural para apresentação diária de eventos de dança, música e canto, exposições artísticas e realizações de palestras administradas pelo CEPIL - Centro Cultural Internacional de Língua Ltda.
  • Forte São Paulo da Gamboa. Gamboa de Baixo.
  • Forte São Marcelo. Baía de Todos os Santos.
  • Forte do Barbalho. Rua Aristídes Ático.
  • Forte de Santo Antônio Além do Carmo. Praça Barão do Triunfo.
  • Reduto do Rio Vermelho. Rio Vermelho.

Museus

Museu

  • Memorial de Medicina. Instalado na antiga Faculdade de Medicina, este museu arquivo tem um papel pioneiro nos domínios da medicina brasileira. Seu acervo constitui-se de teses, documentos manuscritos e impressos, livros raros, obras de arte, atas, etc. dentre as obras de arte, destacam-se: o painel de autoria de Carlos Bastos, retratando a chegada e a presença do Príncipe Dom João na Bahia e da autoria de Mário Cravo Júnior, a escultura representando Esculápio, o Deus da Medicina. Como museu histórico, cultural e científico, o Memorial de Medicina ocupa-se da historiografia médica e dos fatos sócio-políticos ocorridos na Bahia no período que vai desde 1808 até 1978.
  • Museu Abelardo Rodrigues. Está situado na Rua Gregório de Matos, no andar nobre do Solar do Ferrão, que é um prédio setecentista e o mais importante da área tombada. Mantido pelo IPAC, sua coleção de arte sacra é mais valiosa de todo o país reunida no nordeste. Conta com 762 peças dos séculos XVI, XVII, XVIII e XIX. Está organizado segundo os critérios mais modernos, ocupando um espaço de 536 m2. Resultante do trabalho do falecido colecionador pernambucano Abelardo Rodrigues, seu acervo constitui-se de imagens, crucifixos, telas, oratórios, altares e outros itens de valor inestimável.
  • Museu Afro-Brasileiro. Terreiro de Jesus. O museu é mantido pela Universidade Federal da Bahia, administrado pelo Centro de Estudos Afro-Orientais e está instalado em cinco salas do andar térreo da antiga Faculdade de Medicina, além de Funcionar como organismo dedicado à pesquisa , tem a finalidade de promover a aproximação entre o Brasil e a África. Suas exposições permanentes obedecem a três critérios: o fazer, o crer e a memória. As exposições temporárias visam mostrar influências recíprocas entre essas culturas, utilizando toda sorte de documentação possível. Um espaço especial foi reservado à exposição do famoso painel dos orixás, da autoria de Carybé, cedido à universidade pelo Banco da Bahia de Investimentos.
  • Museu Costa Pinto. Av. Sete de Setembro. Destacam-se em seu importante acervo as peças de prataria baiana e portuguesa, produzidas entre os séculos XVII e XIX, bem como as jóias usadas pelas crioulas baianas, em ouro, brilhante e ouro filigranado. O conjunto de vinte e sete pencas, balangandãs autênticas, em prata baiana é o mais completo do país, sendo excepcional, também, o mobiliário do século XIX.
  • Museu da Cidade. Instalado em um casarão do pelourinho, expõe objetos que pertenceram ao poeta Castro Alves, bem como uma reconstituição dos trajes e utensílios característicos dos orixás.
  • Museu de Arqueologia e Etnologia. Instalado no subsolo da antiga Faculdade de Medicina, o museu procurou aproveitar os alicerces originais do Colégio dos Jesuítas do século XVI, deixando à mostra arcadas, abóbadas, cloacas, portais e túneis. O acervo arqueológico constitui-se de cerâmica, pedra polida, pedra lascada e fósseis. O acervo etnológico /e formado por ornamentos rituais, utensílios e equipamentos de pesca e cozinha. Destaques: Coleção referente à Gruta do Padre e ornamentação ritual. Trata-se de um museu científico preocupado com a comunicação com relação ao público.
  • Museu de Arte da Bahia. Instalado no Palácio da Vitória, antigo Solar Cerqueira Lima, prédio neobarroco com portada de cantaria, silhares de azulejos e talha de jacarandá. Seu acervo compõe-se, basicamente, de coleções de porcelana, pintura e mobiliário, além de artes menores - jóias, cristais, prataria, imaginária, moedas, medalhas, gravuras, manuscritos, desenhos impressos, fotografias, fotogravuras, etc. além disso, dispõe de uma biblioteca e um salão para cursos, concertos e conferências. É digna de atenção a porta de cantaria e jacarandá tombada pelo Patrimônio Nacional, aproveitada do edifício do século XVII, antiga Assembléia do Estado, assim como a artística peça que emoldura a escadaria da entrada.
  • Museu de Ciência e Tecnologia. Instalado no Parque Metropolitano de Pituaçu, num ambiente aprazível formado por dunas , mares e densa vegetação, o museu oferece várias opções no campo da pesquisa, do lazer e do turismo. O edifício tem o teto em estrutura superestática de alumínio e na parte térrea acham-se os equipamentos de maior porte, como locomotiva, avião, torre de petróleo, miniatura de barragem, etc. este é um museu voltado para a divulgação científica, e para tanto dispõe de laboratórios didáticos onde os visitantes podem fazer experiências científicas orientados por técnicos e monitores.
  • Museu geológico do Estado da Bahia. Situado no Corredor da Vitória, o museu mostra várias exposições sobre geologia econômica, mineralogia, história dos garimpos, além de coleções de minerais, rochas e pedras preciosas e semipreciosas. Dispõe de laboratório e auditório para palestras e oferece visitas guiadas por geólogos e museólogos, com projeção d filmes e diapositivos. Na qualidade de museu científico está preocupado em despertar na comunidade jovem o interesse pelos recursos minerais de nosso subsolo.
  • Museu do Convento do Carmo. Seu acervo organizado pelos religiosos Carmelitas, consta de paramentos dos séculos XVI, XVII, XVIII e XIX. Entre suas imagens está o célebre "Jesus atado à coluna", atribuído ao escultor baiano Francisco das Chagas, o Cabra, e também jóias e alfaias de ouro, mobiliário colonial e prataria.
  • Museu de Arte Sacra da Bahia. Museu criado pela Universidade Federal da Bahia, sendo instalado no antigo Convento de Santa Tereza, e inaugurado em 10 de agosto de 1959. Apresenta rico acervo com imagens de madeira, barro cozido, pedra sabão e marfim, esculturas, pinturas, azulejos, sepulturas e lápides.
  • Museu de Arte Antiga e Arte Popular. Museu eclético pertencente à Fundação Instituto Feminino. Apresenta-se dividido em duas partes: o museu de arte antiga e o de arte popular. O museu de arte antiga possui coleções que documentam o esplendor da arte feminina do século XIX e o museu de arte popular abrange peças artesanais de várias regiões da país.
  • Museu Antropológico Estácio de Lima. Pertence à Secretaria de Segurança Pública. O acervo abrange antropologia cultural do negro; Cangaço, e especificamente sobre o bando de Lampião; Polícia técnica, criminalística e medicina legal, além de peças de uso litúrgico dos rituais afro-brasileiros.
  • Museu de Arte Moderna. Inaugurado em janeiro de 1960, sendo instalado provisoriamente no foyer do Teatro Castro Alves. Posteriormente foi transferido para o conjunto arquitetônico do Solar do Unhão - constituído pelo solar, Igreja de Nossa Senhora da Conceição e chafariz do século XVIII, aqueduto, cais de desembarque, fonte, armazéns, velho alambique e um painel de azulejos. Destaca-se a pinacoteca que reúne mais de mil quadros de artistas consagrados do país, como Volpi e Flávio Carvalho, e telas de participantes da Semana de 22.
  • Museu de Arte Sacra Monsenhor Aquino Barbosa. Pequeno museu criado em 1980. Encontra-se instalado na basílica da Conceição da Praia. Possui peças Sacras, imaginária, castiçais do século XIX e objetos que pertenceram ao Monsenhor Aquino Barbosa.
  • Armaria do Forte de Mont Serrat. Instalado no Forte. Criado pelo Comando da Vi Região Militar, seu acervo é constituído por uma coleção de armas do Exército do século XVI até os dias atuais.
  • Casa do Benin. Pelourinho. Seu acervo é constituído por peças em cestaria - esteiras, cestas de transportes, de arrumação, de arranjo de flores, além de uma variedade simples e rica de brinquedos, bonecas, peças religiosas em madeira e cerâmica africana.
  • Casa da Música. Museu criado em 1993 como parte integrante do projeto de urbanização e recuperação paisagística do Parque do Abaeté. O acervo reúne discos, fotos, livros, vídeos e fitas com a memória musical da Bahia, instrumentos musicais que pertenceram aos maestros Walter Smetack e Lindembergue Cardoso, indumentárias dos blocos e afoxés mais tradicionais, além da fobica de Dodô e Osmar, precursora do trio elétrico.
  • Ex-votos do Bonfim. Criado em 1975, funciona na Basílica do Bonfim e reúne 1500 peças na sua maioria constituída de ex-votos confeccionados em ouro, prata, bronze, madeira e cera.
  • Fundação Casa de Jorge Amado. Abriga, em seus quatro andares, uma exposição permanente do escritor - uma extensa coleção de fotografias, filmes, vídeos, cartazes e objetos que se relacionam com o autor e sua obra.
  • Centro de Artesanato. Funciona no Instituto Mauá do Pelourinho e concentra 2000 peças de artesãos e artistas populares da Bahia.
  • Santa Casa de Misericórdia. Criado em 1962, quando o Conselho da Santa Casa da Misericórdia decidiu transformar o seu acervo artístico, inclusive todo o conjunto arquitetônico do século XVII - igreja, claustro, sacristia e salão nobre, em objeto de visitação pública.
  • Memorial dos Governadores Republicanos da Bahia. Funciona como parte integrante da Fundação Pedro Calmon, no Palácio Rio Branco. Dispõe de 700 peças representativas do governo da Bahia.
  • Memorial de Irmã Dulce. Criado pelas Obras Assistenciais de Irmã Dulce. O acervo é constituído pelos pertences de Irmã Dulce - religiosa nascida em Salvador em 26 de Março de 1914 e que faleceu em 13 de Março de 1992, tendo dedicado a sua vida à caridade.
  • Museu da Imprensa. Funciona na Associação Baiana de Imprensa. Reúne trabalhos publicados e fotografias de renomados jornalistas baianos.
  • Memorial Banco Econômico. Museu criado em 1959, como parte das comemorações dos 125 anos do banco, tem como objetivo documentar o desenvolvimento histórico econômico brasileiro, através de suas coleções de moedas, medalhas e condecorações.
  • Museu Hidrográfico de Salvador. Fundado nas instalações do Forte de Santo Antônio da Barra. Trata-se de um museu especializado em hidrografia e cartografia náutica.
  • Instituto Geográfico e Histórico. Museu eclético que abrange vasto material de história natural, etnografia, folclore, mas sobretudo voltado para os grandes destaques da História da Bahia e do Brasil.
  • Memorial Menininha do Gantois. Inaugurado em 10 de fevereiro de 1992 como parte das comemorações do nascimento da Ialorixá. Concentra 600 objetos pessoais simples e valiosos como adereços, louças e presentes oferecidos pelos admiradores e "filhos" de Menininha. Funciona no Gantois - Federação.
  • Museu das Portas do Carmo. Museu histórico com os testemunhos documentais do Brasil colonial, sobretudo nas muralhas da fortificação da Porta Norte ou Porta do Carmo, uma das portas da antiga cidade do Salvador. Parte da muralha foi redescoberta em 1973, durante os trabalhos de restauração do Pelourinho.
  • Memorial Lindembergue Cardoso. Fundado em 1993, estando ligado à escola de Música da UFBA. Funciona na Av. Araújo Pinho - Canela, concentra fotos, recortes de jornais, partituras, fitas gravadas, entre outros objetos pertencentes ao Maestro.
  • Museu da Ordem Terceira do Carmo. Instalado nas dependências da Igreja e da Casa da Ordem Terceira do Carmo. A sua fundação se deu em 1973 e contém peças pertencentes à Ordem Terceira do Carmo: coroas, castiçais, ostensórios, imagens de madeira, etc.
  • Venerável Ordem Terceira de São Francisco. Museu eclético que tem como sede as dependências da Venerável Ordem Terceira de São Francisco, com acervo de século XVIII, destacando-se as coleções de Arte Sacra.
  • Presépio de Salvador. Criado em 1993, o seu acervo reúne cerca de 50 presépios, maquinetas, oratórios e gravuras. Funciona na Rua Itabuna - Rio Vermelho.
  • Museu Tempostal. Conta com 40 mil cartões postais e centenas de fotografias que rememoram a fotografia da Bahia no século passado.
  • Casa Rui Barbosa. Criado em 5 de novembro de 1971 como parte das comemorações do nascimento de Rui Barbosa. O museu possui 181 peças que se distribuem entre coleções de mobiliário, pintura, fotografia, além de uma biblioteca de obras da autoria de Rui Barbosa.
  • Convento do Desterro. Conjunto formado por convento e igreja construídos entre os séculos XVII e XVIII. Além da capela interna destacam-se as coleções de mobiliário e imaginária.
  • Núcleo de Artes do Desenbanco. Inaugurado em 30 de abril de 1982, apresenta em Centro de Pesquisa e Documentação e uma galeria permanente, onde se encontram obras de pintura, tapeçaria e escultura de autoria de artistas que iniciaram o movimento de arte moderna na Bahia.
  • Museu do Cacau. Funciona no prédio do Instituto do Cacau, que foi restaurado para sediar o Baneb, o museu, biblioteca e auditório. Reúne documentos da história do cacau na Bahia, além de um rico acervo de pintura e mobiliário.
  • Museu Baneb de Azulejaria e Cerâmica Udo Knoff. Localizado no shopping do Pelô, o museu reúne peças de azulejos de autoria de Udo Knoff, artista Alemão, radicado na Bahia, que faleceu em junho de 1994. Trata-se do único no gênero na América Latina e o terceiro no mundo.
  • Museu Eugênio Teixeira Leal. Rua J. Castro Rabelo - Pelourinho.

Praias

Coqueiro

          Localizadas na Cidade Alta:
  • Porto da Barra. Localiza-se entre os fortes de São Diogo e o de Santa Maria, próxima do centro da cidade. Nela está situado o primeiro porto da cidade assinalado com marco comemorativo do IV Centenário da Fundação da Cidade de Salvador, rememorando a chegada de Tomé de Souza com sua comitiva neste local em 1549. Praia bastante concorrida, graças à tranqüilidade, segurança e à facilidade de acesso.
  • Farol da Barra. Próxima do Forte de Santo Antônio da Barra com seu farol. Indicada para surf.
  • Ondina. Praia muito popular devido à facilidade de acesso. Dispõe de quadra de esportes, barracas e lanchonetes.
  • Rio Vermelho. No bairro do mesmo nome encontram-se três praias: Mariquita, Santana e Paciência - que não são apropriadas para banho, mas são cheias de lendas e encantamentos. Conta-se que na Mariquita, Caramuru foi encontrado pelos índios e acabou casando com a filha do chefe da tribo, o morubixaba. A praia de Santana está ligada ao culto de Iemanjá. A Paciência está situada na parte baixa de uma escarpa vermelha, tendo ondas muito fortes.
  • Amaralina. Antiga sede da Fazenda Amaral, ainda resta aí uma primitiva capela na área do Quartel de Amaralina. Possui ondas fortes, sendo recomendada para a prática do surf. No seu famoso quiosque, dezenas de baianas de acarajé comercializam as iguarias da Bahia.
  • Pituba. Praia de nome indígena que significa "sopro", numa alusão ao vento que batia nos extintos coqueirais. Indicada para natação, pesca, wind-surf e caminhadas.
  • Jardim dos Namorados. De areia alva, indicada para caminhadas.
  • Jardim de Alá. Grande coqueiral, com área própria para piquenique, com barracas de Praia.
  • Armação. Praia outrora conhecida como Chega Nego. Possui ondas fortes, e antes havia nela uma colônia de pescadores. Nas suas proximidades, o Centro de Convenções da Bahia, hotéis, restaurantes e supermercado.
  • Boca do Rio. Situa-se próxima da foz do Rio das Pedras, possui um trecho denominados de Praia dos Artistas, que tem quadras de esportes. Mar calmo, indicado para banho.
  • Corsário. Mar tranqüilo. Barracas de praia. Indicada para a prática de cooper, vôlei e futebol.
  • Pituaçu. Praia extensa e limpa. Nas proximidades, o Parque Metropolitano de Pituaçu.
  • Patamares. Compreende o trecho de Pituaçu até a foz do Rio Jaguaribe. Possui barracas e restaurantes. Indicada para banho.
  • Jaguaribe. Propícia ao surf. Conta com apoio de restaurantes e barracas.
  • Piatã. Praia com faixa de área verde natural, com coqueiros e arbustos típicos da vegetação marinha e sem perigo para banho.
  • Placaford. Praia com imenso coqueiral, mar calmo com pequenas ondas. Barracas de bebidas, bares e restaurantes.
  • Itapuã. Praia de denominação indígena que significa "pedra erguida". Antiga aldeia de pescadores, hoje núcleo urbano oferece equipamentos como: shopping, supermercado, farmácias, restaurantes e outros serviços.
  • Stella Maris. Praia de vegetação rasteira e vasto coqueiral. Porto de Jangadas das colônias de pescadores. Dotada de barracas.

    Localizadas na Cidade Baixa:
  • Na Península de Itapagipe, na Ribeira, encontram-se as praias seguras para o banho de mar, com águas mansas de enseada: Bogari, Penha, Tamarindeiros e Porto dos Tainheiros. Destacam-se na cidade baixa:
  • Penha. Com águas tranqüilas. Nas proximidades fica a Igreja da Penha e o antigo Palácio de Verão do Arcebispo.
  • Boa Viagem. Situada ao lado do Forte de Mont Serrat, tendo uma bonita vista da cidade. Nas suas proximidades fica a Igreja da Boa Viagem, onde acontece a Festa de Nosso Senhor dos Navegantes.
  • Cantagalo. Praia muito freqüentada pelos moradores dos bairros próximos da Calçada. A origem do seu nome vem das brigas de galo, organizadas pelos antigos pescadores do local.

Atravessando de barco a Ribeira se tem acesso às localidades suburbanas como: Paripe, Plataforma, Itacaranha, Periperi, Coutos, Novo Alagados e a praia de São Tomé de Paripe, que tem acesso também pela Avenida Suburbana.

Logradouros

Logradouro

  • Elevador Lacerda. Suas quatro cabines interligam desde 1930 os 72 metros da Praça Tomé de Souza, na Cidade Alta, à praça Cairu, na Cidade Baixa. O sobe-e-desce carrega 28000 passageiros por dia.
  • Mercado Modelo. Praça Cairu. Está desde 1971 no sobrado amarelo da antiga alfândega. Em 1984 pegou fogo e foi reformado. Tem mais de 300 barracas, onde se compra artesanato e arte baiana, dois restaurantes, bares com bebidas típicas e tira-gosto. As arcadas descobertas no porão, abaixo da linha do mar, estão abertas ao público. Do lado de fora, roda de samba e capoeira.
  • Rampa do Mercado.
  • Praça Tomé de Souza.
  • Praça Cairu.
  • Parque Metropolitano do Abaeté. Em meio às dunas de areia branca, quase sempre coberta por vegetação rasteira e verdejante forma-se a lagoa escura, cujas águas se estendem por vasto trecho da região. O local é apropriado para passeios, serenatas e preceitos de candomblé. Dentre os atrativos destacam-se as dunas, os morros, as planuras cobertas de vegetação ou de areia, as rampas da lagoa, e a vista para o mar a partir das elevações do terreno. A lagoa escura cantada por Caymmi e Caetano ganhou 400 hectares urbanizados com restaurantes, quiosques com água de coco, acarajé e doces típicos.
  • Parque Metropolitano de Pituaçu. A atração é o Espaço Mário Cravo, mais de 800 trabalhos do artista baiano, entre gravuras, pinturas e esculturas.
  • Ponta de Humaitá. Aterro turístico de Salvador, cujos principais atrativos são o Forte e a igrejinha construídos no século XVI.
  • Dique do Tororó. Lago natural recentemente revitalizado, oferecendo estrutura de lazer, palco flutuante e a fonte luminosa, com oito esculturas de Orixás.
  • Parque Costa Azul.
  • Parque da Cidade - Joventino Silva.
  • Farol da Barra.
  • Farol de Itapuã.

    Farol

  • Farol de Mont Serrat.
  • Largo da Vitória.
  • Largo da Graça.
  • Praça da Independência.
  • Morro do Cristo.
  • Praça Teodósio Rodrigo de Farias.
  • Praça Mont Serrat.
  • Largo do Cais do Ouro.
  • Praça da Inglaterra.
  • Praça Tupinambá.
  • Praça Duque de Caxias.
  • Largo de São Bento.
  • Relógio de São Pedro.
  • Praça Castro Alves.
  • Praça Riachuelo.
  • Terreiro de Jesus.
  • Largo do Campo Grande.
  • Largo da Piedade.
  • Praça dos Reis Católicos.
  • Praça João Mangabeira.
  • Praça da Bandeira.
  • Praça Padre Natividade.
  • Plano Inclinado Gonçalves. Era chamado de Guindaste dos Padres, pois antigamente facilitava o acesso de Jesuítas à cidade baixa.
  • Plano Inclinado Liberdade-Calçada.
  • Largo Santo Antônio Além do Carmo.
  • Largo Soledade.
  • Mercado do Ouro.
  • Praça Conselheiro Almeida Couto.
  • Largo do Campo da Pólvora.
  • Praça da Sé.
  • Mercado do Rio Vermelho.
  • Jardim de Alah.
  • Parque Jardim dos Namorados.
  • Largo do Abaeté.
  • Casa dos Azulejos. Praça Cairu.
  • Centro Histórico do Pelourinho. Maior conjunto colonial da América Latina, Patrimônio Cultural da Humanidade. Novinho em folha, o Pelô exibe 354 construções dos séculos XVII ao XIX restaurados. À noite é programa obrigatório. Perambulando pelas ladeiras, praças e calçadas sempre se encontra muitas atrações musicais.
  • Fonte do Dique do Tororó. A margem do Dique do Tororó.
  • Fonte dos Padres ou do Taboão. Rua do Julião.
  • Fonte do Gravatá. Esquina das ruas Gravatá e Independência.
  • Fonte do Baluarte. Ladeira da Água Brusca, nas proximidades do Forte de Santo Antônio Além do Carmo.
  • Fonte do Gabriel. Na esquina da Rua Augusto França e Travessa do Gabriel, nas proximidades do Largo Dois de Julho.
  • Fonte de São Pedro. Ladeira de São Pedro, atrás do Teatro Castro Alves.
  • Fonte Nossa Senhora da Graça. Nas proximidades do viaduto da Graça e do Vale do Canela.
  • Fonte do Queimado. Largo do Queimado.
  • Fonte de Santo Antônio. Rua Monsenhor Tapiranga.
  • Fonte da Pedras. Ladeira da Fonte das Pedras.
  • Fonte das Pedreiras. Av. Contorno.
  • Fonte do Muganga. Av. Frederico Pontes.

Monumentos, Pálacios e Solares

Monumento

  • Solar do Sodré. Rua do Sodré. Construído no início do século XVIII, serviu como resid6encia do pai de Castro Alves.
  • Solar do Unhão. Av. Contorno. Conjunto arquitetônico do século XVIII, que representa grande atração turística, formada de casa-grande, senzala, capela e outras dependências. Trata-se de um dos mais expressivos testemunhos da cultura colonial. Aí funciona o Museu de Arte Moderna da Bahia e um restaurante. Possui um cais de atracação.
  • Monumento ao Centenário da Cidade (1549 - 1649). Localizado no Belvedere da Sé - mirante de onde se avista um bonito panorama da cidade baixa.
  • Paço da Associação Comercial. Praça do Riachuelo. Edificado na primeira metade do século XIX, em estilo neoclássico inglês, apresenta colunata e escadaria externa e duas portadas em mármore com inscrições em memória a D. João VI. Seus amplos e luxuosos salões têm valiosa pinacoteca. Único no estilo em todo o país. Constitui-se em autêntica preciosidade arquitetônica.
  • Paço Municipal. Sala do plenário em madeira, mobília do século XIX. Construção do século XVII, guardando a mesma situação da primeira Casa de Câmara e Cadeia que Tomé de Souza fizera erguer. Excepcional exemplar de nossa arquitetura civil pública, tem na fachada principal arcadas repousando sobre colunas toscanas. Abriga a Câmara Municipal.
  • Solar do Conde dos Arcos. Belo solar urbano do final do século XVIII, com dois pavimentos e telhado de quatro-águas. A escadaria dá acesso ao pavimento nobre com azulejos "marmoreados" azuis e amarelos no seu interior.
  • Solar Paraíso. Solar construído no século XVIII e serviu nas primeiras décadas do século passado de residência para o então governador da Província, Francisco Paraíso.
  • Solar da Boa Vista. Rua do Solar da Boa Vista. Erguido no final do século XVIII, foi comprado pelo pai de Castro Alves para que nele fosse instalada uma casa de saúde.
  • Solar do Berquó. Rua Visconde de Itaparica. Casa nobre do final do século XVII, durante a guerra de independência em 1823, serviu de quartel general das tropas portuguesas.
  • Solar do Saldanha. Rua Guedes de Brito.
  • Solar Marback. Ladeira do Bonfim. Erguido no final do século XVIII no sopé da Colina Sagrada.
  • Palácio Arquiepiscopal. Praça da Sé.
  • Palácio da Aclamação. Av. Sete de Setembro.
  • Palácio Rio Branco - Memorial dos Governadores Baianos. Praça Tomé de Souza.
  • Monumento ao Dois de Julho. Campo Grande.
  • Estátua de Castro Alves. Praça Castro Alves.
  • Fonte de Mário Cravo. Mercado Modelo.
  • Monumento à Vitória do Riachuelo. Praça do Riachuelo.
  • Palácio Tomé de Souza. Construído em 1986 é sede da administração municipal. Praça Municipal.
  • Casa dos Sete Candeeiros. Solar construído no século XVII, possui este nome porque se penduravam sete candeeiros de azeite para a iluminação do antigo Beco do Ximenes durante a estadia de D. João VI em 1808.
  • Solar Amado Bahia. Construído no século XIX. Porto dos Tainheiros, Itapagipe.
  • Solar do Ferrão. Concluído em 1701, nele funciona o Museu Abelardo Rodrigues.
  • Obelisco da Aclamação.
  • Marco da Fundação da Cidade. Porto da Barra.
  • Monumento à Maria Quitéria. Praça da Liberdade.
  • Monumento a Pero Fernandes de Sardinha. Praça da Sé.

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